A Cris, para além de me ter feito chegar o Mouchette, do Bresson, deu-me a conhecer, através das suas bobinas, um ciclo de filmes de Jean-Luc Godard a decorrer no Nimas. Perspicaz, nota o alinhamento.
Para hoje, domingo, Pierrot, le fou (Pedro, o louco).



Na 2ª feira, Nouvelle Vague (Nova Vaga).


Olhando com mais atenção, na 3ª, ainda há Helas pour moi (Valha-me Deus).



É nisto que estamos. Nem o alinhamento de um simples ciclo de cinema nos liberta do sobressalto. Utilizando ainda um título do Godard, sinto-me À bout de souffle (O Acossado).

A propósito das más condições de escuta das duas últimas IF's.

Há sempre uma explicação (digital) para este tipo de erros. Está feito e detectado. Corrigida e em perfeitas condições, a IF regressa no domingo à RUC e, depois, à net na ESEC Rádio on-line.
[INTERVALO]

Sempre à espera de um sinal, de uma resposta, da intimidade de uma esperança.
Assim, encontrei "uma" resposta para as perguntas que neste momento me coloco. É apenas a última frase de um post do Luís na Natureza do Mal :
"Domingo, até os que ingénuamente comemorarem, hão-de comemorar uma derrota."
Desta vez, é inevitável : todos perderemos, porque todos ganharão.
Estamos exaustos. Olhamos, apenas.
Post com bons links.
As imagens guardam música.

Este é o magnífico Park Hyatt Tokyo, o hotel onde foi filmado "Lost in translation", de Sofia Coppola. O hotel ocupa os últimos 14 dos 52 andares da Shinjuku Park Tower.



O quarto com vista para Tóquio, onde eu gostava de me perder em translação.



A suite presidencial (com piano), onde nunca ficarei (porque não gosto de ser presidente).



O grill do hotel.



Um dos bares com vista para Tóquio.



O bar onde se encontram os perdidos in translation.



E lá no alto, a piscina, onde já nadei através da câmara subaquática utilizada por Sofia. Obrigado.




Há quem goste de whiskey, charutos, carros de luxo, alta tecnologia como gadget.
Eu gosto de hotéis. Gostaría de ser viciado, mas nem dependente sou. Lost in translation é para mim (só?), um filme de culto, porque Sofia Coppola filmou o que eu sempre desejei ter filmado: HOTÉIS.
Nós e o tempo.
Como diria Carla Bley:
Time and Us.

Restos de espuma de banho na toalha.

It's only the wind blowing litter all around
Just a little wind and the trees are falling down
There's nobody crying, that was yesterday
Inside we're all smiling, everything's okay

It's only the wind
Behaviour - Pet Shop Boys (1990)



Primeiros dias de 1991. Frios, mas de novo luminosos. Algarve. Hotel da Aldeia. Fogo de artifício lançado por crianças no jardim do lado. Traços luminosos riscando a noite. Televisão por parabólica. Música. Rádio (os empolgantes dias da TSF). Ela.
Restos de chocolate amargo no bolso.

Now maybe you're right and maybe you're wrong
But I ain't gonna argue with you no more
I've done it for too long.
It was getting so good why then, where did it go?
I can't think about it no more tell me if you know.
You were loving me, I was loving you
But now there aint nothing but regretting
nothing,
nothing but regretting everything we do.

Maybe you're right
Cat Stevens - Mona Bone Jakon (1970)



Num frio, mas luminoso sábado lisboeta de Janeiro de 1971, o Júlio regressa a Liège, via Bruxelas. Vou esperá-lo a Santa Apolónia. Pesamos a mala numa máquina de moeda. Vamos a minha casa inventar maneira de não ultrapassar os 20 Kgs. Almoço no Tatu. Voo TAP lá para as 4 e meia da tarde, uns bancos atrás de Vera Lagoa e Artur Agostinho. Naquele momento, tudo era ainda possível. Na Portela ainda quero falar do mesmo assunto. Ela. Mas ele não me quer ouvir. O passarão branco levanta em direcção à Europa, onde o Manel espera. Eu fico em terra, a caminho da Avenida de Roma e da Sinfonia e só podia comprar este disco.
IF 13/14 Fevereiro

# Microphones : I'll be in the air
# Czars : Goodbye (intro)
# Pretenders : Kid (live acoustic)
# Marianne Faithfull : Crazy love
# Gonzales : Melodika
# A Guy Called Gerald : American Cars
# A Guy Called Gerald : Millennium sanhedrin (com Ursula Rucker)
# Johny Cash : We'll meet again (extracto)
# Air : Alone in Kyoto
# The Column One / Excellent listener : Winter
# Leslie Feist : Now at last
# OMD : Statues
# Nouvelle Vague : Love will tear us apart
Vozes distantes ...
As vozes na rádio. As vozes "lá dentro". As vozes do outro lado da casa, ao fundo do vale, difusas, dispersas, junto ao mar. As vozes e os sons. A música. E, porém, as imagens. Desde o primeiro instante.



Durante algum tempo, utilizei na IF o disco (ainda em vinil) com a banda sonora do filme inglês "Distant voices, still lives" (1988), de Terence Davies. Alguém sabe se existe em CD ?
« Les esprits sont comme les parachutes. Ils ne fonctionnent que quand ils sont ouverts »
Louis Pauwels


[ INTERVALO ]



Aqui está outro projecto a que tenho dedicado grande parte do meu tempo e entusiasmo.

Vejam.







A Guy Called Gerald

To All Things What They Need







O regresso de Gerald Simpson. Desde 2000, é uma passagem regular na IF, mesmo com os discos arrumados na secção Dance/Electronica. Não tenho ainda opinião formada sobre o novo disco (com a participação de Finley Quaye e Ursula Rucker), mas a sua abertura será incluída na IF de 14 de Fevereiro.



[ INTERVALO ]







A partir de hoje, olharei só de passagem a campanha eleitoral. O que vi até agora, deixa-me à beira daquela perigosa ideia de que "são todos iguais". Não pode ser verdade. Não quero que seja. Só pode ser verdade se todos nós, eleitores, formos também todos iguais na mediocridade.







Tenho recebido queixas por não ter revelado o alinhamento do programa de 10 de Janeiro, quase todo instrumental. As mensagens são entusiásticas ( e entusiasmantes - ainda há quem ouça com a disponibilidade sugerida na frase-chave : pouco para dizer, muito para escutar, tudo para sentir.) A verdade é que perdi o alinhamento e a única forma de o reaver é ouvir, de novo, o programa e reconhecer os temas.

Sei também que o primeiro programa da época RUC não está na rede. É um problema (meu) técnico. Vou tentar resolvê-lo.

Espero que não fique muito pretensioso agradecer a todos os persistentes ouvintes. Obrigado.

Já agora (se o JPP o faz do alto do seu milhão de visitas ao Abrupto) informo que a IF tem ouvintes via net (que deixaram rasto ...), para além, claro, de Portugal, também em Espanha, Itália, Bélgica, Reino Unido, Suécia, Brasil, Venezuela, Estados Unidos ... e se alguém se sentir excluído, que diga.

Podem ouvir-se nas rádios universitárias (RUC e RUM), mas também na net, dois magníficos programas de rádio. De um deles - Vidro Azul (realizado por Ricardo Mariano) - já aqui falei (talvez não o suficiente) para garantir que é um dos melhores momentos da rádio portuguesa actual. Do outro, recente, preciso também de dizer o melhor. Percepções (realizado por Nídio Amado), é um todo que passa pela criação gráfica de uma imagem para cada emissão - todas com um título que nos prepara para a escuta. Os dois programas podem ser ouvidos também através da net, podendo mesmo ser descarregados na íntegra (Percepções, sempre. Vidro Azul, começa agora). As rádios convencionais pensam que conseguem anestesiar as audiências para sempre. Já se enganaram !























This is winter ... winter ... winter ...

Oferta aúdio para dias (e noites) de Inverno.

IF 6/7 Fevereiro



# Micatone : Belgien

# the Czars : My love

# Rogue Wave : Be kind + rewind

# Samara Lubelski : Now's morning's calling

# the Residents : And i was alone

# Money Mark : Peter Sellers sings George Gershwin

# Alpha : Keep fit

# Organ Language : Calm before calm

# the Czars : Bright black eyes

# Barry Goldberg Reunion : I think i'm gonna cry

# Claudine Longet : Love is blue

# Leslie Feist : Tout doucement

# Set fire to flames : This thing between us is a rickety

# Alpha : Your eyes have loved

# Tba : Mom error

# Beck : Everybody's got to learn sometime

# Orquestra Mantovani : Swedish rhapsody

Na próxima IF Peter Sellers sings George Gershwin. Sim. Literalmente.







" Em que momento é que se torna perigoso avançar mais ? ... A pergunta surge no momento em que achamos que já fomos longe demais." Sam Shepard



Goodbye é o mais recente CD dos britânicos Czars. Um grupo liderado por um músico formado em linguística na Alemanha e na Ucrânia. A IF já fez uso dos Czars através da sua versão para Song to the siren (que os This Mortal Coil tinham aproveitado do original de Tim Buckley) e também de Autumn, na edição de 31 de Janeiro. Goodbye é um disco na tradição da IF profunda. Para ouvir, brevemente.







Czars era também o nome de uma banda pop portuguesa dos anos 60 (de Aveiro ?). Alguém confirma ? Quem sabe alguma coisa da sua (suponho) breve história ?

A Íntima Fracção que passou na RUC na noite de 30 para 31 de Janeiro, já pode ser retirada da Net. Não faz insinuações nem promessas. Não ganha audiências, mas estou contente por isso.

IF 30/31 Janeiro



# Electric Marbles : Intro marbles

# Bill Frisell/Wayne Horvitz/Ringo Starr : Pinocchio (Do You See The Noses Growing) Medley - Desolation Theme / When You Wish Upon A Star

# Set Fire to Flames : Mouths trapped in static

# Squarepusher : Tommib help buss

# The Czars : Autumn

# Death in Vegas : Heil xanex

# Death in Vegas : Girls

# Kevin Shields : Are you awake

# Woven Hand : In the piano (excerto)

# Ölga : am 5696423

# Japan : Night porter

# Elizabeth Anka Vajagic : The sky lay still

# Elvis Presley : Blue moon

# Silge Nergaard : Once i held a moon

Uma confidência nada indiscreta. A Janela está aberta nas últimas bobinas. Só ali é possível encontrar um fotograma tão leve como este.







LaNiñaSanta, de Lucrecia Martel.





Na próxima emissão da Íntima Fracção, a meio, vão-se ouvir Death in Vegas - Heil Xanex. Logo a seguir, os mesmos - Girls. O regresso à magia da descoberta de Tóquio, no início do fascinante Lost in Translation de Sofia Coppola.







[ INTERVALO ]



Ao contrário dos que afirmam não se arrependerem de nada, eu aprendi a arrepender-me de imensas coisas. É por isto que o próximo dia 20 de Fevereiro é uma espécie de Bojador, sem saber que mar me espera do outro lado.





alta noite já se ia, ninguém na estrada andava.

no caminho que ninguém caminha, alta noite já se ia, ninguém com os pés na água.

nenhuma pessoa sozinha ia, nenhuma pessoa vinha.

nem a manhãzinha, nem a madrugada, alta noite já se ia, ninguém na estrada andava.

no caminho que ninguém caminha, alta noite já se ia, ninguém com os pés na água.

nenhuma pessoa sozinha ia, nenhuma pessoa vinha.

nem a estrela guia, nem a estrela d'alva, alta noite já se ia, ninguém na estrada andava.

no caminho que ninguém caminha, alta noite já se ia, ninguém com os pés na água.



Alta Noite, de Arnaldo Antunes, há uns anos passou com alguma frequência na IF. O AA tem um ar de John Cale. Ouvi o Arnaldo a conversar com o Carlos Vaz Marques, com aquela voz que ninguém mais tem. E ele falou de rock'n'roll. Não da música. Da atitude. Que o João Gilberto era rock'n'roll. E eu a concordar. Depois deu-me para recordar um pioneiro, o Fats Domino. Antoine Fats Domino.







Primeira gravação em 1949 (ouvir aqui The fat man). Entraria na cena rock'n'roll em 1955. Vendeu o bastante para ser 10º no Top com uma canção que, cantada por um branco (Pat Boone), chegaria a nº 1. Os grandes momentos de Domino situam-se entre 1949 e 1962, mas nos anos 70 viria à Europa e, em históricos concertos na Alemanha, recuperar (para sempre) a fama adormecida.







I Want To Walk You Home é uma daquelas coisas que sabe (e)ternamente a anos 50. Fats Domino tocava piano, ensinado por um primo mais velho. Para mim, o rock'n'roll foi sempre uma música de primos mais velhos. E como eles me fazem falta ... Deixaram de dançar o rock (que sabiam fazer bem) e não posso perdoar-lhes -embora os compreenda. Fats, em 2001, com 73 anos, ainda cantava e tocava assim.

O Van Morrison cantou esta especial nostalgia pelo Fats Domino em The Days Before Rock'n'roll. Eu voltei a ele através de umas palavras ditas na rádio pelo Arnaldo Antunes (Lisboa, esta noite, no Porto, segunda). E volta também o cheiro e o tacto do primeiro gravador que conheci, do microfone, e do écran, e da máquina de projectar filmes de 8 mm. E de pão torrado, também.













A lua, a pique, do alto da silenciosa e cortante meia-noite. A música persiste, sobrevive a quem a criou, deu. Pode ainda passar ténue, vaga, mas audível. Abandonada, sobre o chão de luar frio, na rua onde já ninguém passa.







IF 23/24 Janeiro



# Destroyer : Don't Become The Thing You Hated

# Arve Henriksen : Opening image

# Aartica : Indie

# Squarepusher : Tommib

# All night radio : All night radio

# Elvis Presley : Love me (extracto)

# Tba : eta raz ! (akunin b)

# Peolpe like us : Listen to The

# Mike Milosh : Frozen pieces

# Secret Chiefs 3 : The end times

# The Clash : Broadway

# Alpha : 1900

# When the cat's away : Anyone who had a heart (extracto)

# Destroyer : Your blues (extracto)

# Tba : z Kluchik

# The Monty Python : Always look on the bright side of life

# Leslie Feist : Secret heart

# KLF : Madrugada eterna (extracto)



Para download, ESEC Rádio online. Experimente.

No ar e em directo na Net, através da RUC.

De novo à janela, fascinado com a possibilidade de olhar de largo, numa simultaneidade de contactos de que me não apercebo. Digo a palavra, ofereço o som e é tudo o que me resta.

Os olhos ficam húmidos de tanto fixar as estrelas. O coração treme de tanto acreditar em cometas. As mãos gelam de tanto tatearem a vidraça. A voz cede, no desespero do abandono.

(texto recuperado de uma IF dos anos 80)







Na Íntima Fracção do próximo domingo e depois na web, a qualquer momento.

Destroyer, a nova face do canadiano Daniel Bejar, vai passar por aqui. Datas e locais mais próximos :



16 de Fevereiro MADRID (Siroco) + The Secret Society

17 de Fevereiro LISBOA (Galeria Zé dos Bois)

18 de Fevereiro LEIRIA (Auditório Velho do Orfeão)

19 de Fevereiro VIGO (Vademecwm)



Dentro da imagem está um pouco da música desde há meses passada na IF e com que contentamento !





IF 16/17 Janeiro



# BSO Lost in translation : Intro/Tokyo

# Death in las vegas : Girls

# Gonzales : Chilly in f major

# Azure Ray : These white lights will bend to make blue

# Françoise Hardy : Tard dans la nuit

# Gonzales : The tourist

# BSO Lost in translation : Secret track ( More then this - Bill Murray)

# Kevin Shields : Are you awake

# Martin L. Gore : In my other world

# Brian Reitzell & Roger J Manning Jr : Shibuya

# Kinks : Don't you fret

# Lambchop : Is a woman (Alpha remix)

# Nick Cave : Sunny

# Andrew Pekler : Here comes the night

# Jesus and Mary Chain : Just like honey

# Happy End : Kaze Wo Atsumete

# Gonzales : Overnight



O Manel e o Júlio jantam esta noite em Veneza. Foram lá passar o fim-de-semana. Voaram da Bélgica na quinta à noite. É também nisto que está a diferença entre viver no centro da Europa ou nas "brumas da memória".



O tio Carlos voltou ao cockpit e levantou voo. Afastou-se muito para além da linha de vista. Os radares não o assinalam, mas eu sei que os sinais de rádio seguem com ele. Numa tarde amena de um Verão futuro, os netos não saberão, mas ele voltará a fazer acrobacias no alto do Picoto e passará em voo rasante sobre o Rolão. Para o Saint-Exupéry da minha infância, a Patagónia já não é o limite. Livre.



O alinhamento da emissão de 1 de Novembro de 2004, nunca publicado, foi incluído no post de 3 de Novembro.

Já estão disponíveis on line as emissões da IF de 27 de Dezembro, 3 e 10 de Janeiro.

Obrigado Paula Simões, Pedro Pais e restante equipa da ESEC Rádio-online, que, ritualmente, coloca disponível a IF com o carinho de quem vai deitar a criança.





Bedtime view - foto de Vizzini (1999)

Deixar sinais, ilusões. Mentiras ? A Íntima Fracção poderá ter, lá para atrás (ao fundo ?), um, dois, ..., momentos como este. Ou será a IF o resultado de outros, iguais, muito mais distantes ?

A IF desencadeia imagens. Ou viverá ela, desde sempre, escondida por detrás das imagens ? O som e a imagem. De novo, as Notas sobre o Som, de Robert Bresson. Em edição portuguesa com o título "Notas sobre o cinematógrafo" - Edições Sudoeste.







Calma, calma ...

Há quem não deixe passar uma. Obrigado !

Sei que ainda faltam duas emissões da IF na página da ESEC-Rádio online. A culpa foi das festas ! No início da semana já estarão disponíveis, juntamente com a próxima edição de 9 para 10 de Janeiro. Para quem pode ouvir no ar, passa na RUC (também em directo na web).









LOST IN TRANSLATION

Gosto de ver e ouvir este filme. Sofia deve ter visto várias vezes "One from the heart", que arruinou o pai. Aprendeu. Realizou um dos meus filmes de cabeceira (e há quanto tempo não tinha um !).

A próxima IF anda perto. Quero dizer : não consigo afastar-me.









O silêncio é, de todos os rumores, o mais próximo da nascente. Eugénio de Andrade









Nem Ano Novo - Vida Nova, nem a Revolta dos Animadores. A boa música no princípio do ano da TSF, subiu de novo à antena, apenas, quando a playlist se perdeu. Encontrada, voltou-se ao ano velho. Que pena ! Ela já não é mais a minha pequena ...





[ INTERVALO ]



O serviço pré-pago Sapo ADSL não passa facturas !!! Mais uma estória para ajudar o desenvolvimento da competitividade do país.

A seguir vou testar a eficácia na troca de modems avariados ... ou de outras avarias.

Em Espanha, em dois dias, os cidadãos (os que merecem esta designação) vieram para a rua pedir "a verdade, antes de votar". Por cá, já temos as verdades a que temos direito ! Mas seria conveniente pedir, insistir, EXIGIR a VERDADE ANTES DE VOTAR. A verdade sobre quê ? Sobre quase tudo o que vos vier à cabeça. Em Portugal, vivemos (tristes) com um conhecimento da realidade que é aquele que os media dão (ou criam?). Se estiver frio, duvidem. Os meteo televisivos só falam nas temperaturas máximas (futuras, nunca as da véspera).











O tempo a passar ...

No dia 30 de Dezembro o blog da Íntima Fracção fez dois anos.

Ninguém deu por isso. Eu também não.

IF 2/3 Janeiro 2005



# Alpha : Motorcity

# Grace Jones : The crossing

# Andrew Pekler : Nocturne

# Young Marble Giants : Ode to Booker T.

# Azure Ray : The new year

# Sétima Legião : Por tua imensa saudade

# Everything but the girl : Come on home (acústico)

# Alan Price : Between today and yesterday

# Anywhen : Dinan and the beautiful blue

# Blue Nile : From a late night train

# Costeau : To know her

# Samara Lubelski : Keeper of beauty

# Blood, Sweat and Tears : Sometimes in winter

# Edwyn Collins : Gorgeous George

# Departure Lounge : Purple fluffy haze

IF 26/27 Dezembro



# Cyan and Ben : Silence and little melodies

# Samara Lubelski : Imortal design

# Destroyer : The music lovers

# Tim Hecker : Aerial light - pollution orange (extracto)

# The Beatles : Happy Christmas (gravação promo de 1964)

# João Gilberto : Presente de Natal

# Woven Hand : Into the piano

# Lawrence : Winter green

# Ella Fitzgerald : Miss Otis regrets

# Feist : Secret heart

# Mike Milosh : Frozen pieces

# Tom Waits : Day after tomorrow

# Aeroc : Mahy

# Alpha : Mahy

# Alpha : Sterile

# Azure Ray : The new year

# Samara Lubelski : Now's morning's calling

# Red House Painters : Instrumental



+ textos e sons, incluindo pequenos sinos, mar, vento, comboio, apito de barco, fogo de artifício e extractos longínquos de O-Zone e Maximilian Hecker.