
Às vezes, é preciso ouvir sem ver. Depois, ver.
A banda sonora de Lost in Translation contém pequenas peças que serão pérolas para a IF.
No recuado tempo da memória (a memória está sempre longe), deve ter havido um momento em que fomos avisados (descobrimos ?) de que o tempo ia parar muitas vezes. Uma suspensão de ausência, que é o contrário da contemplação.
Para alguns, sempre foi assim. Não há memória de não ter sido assim. Viver, é despertar muitas vezes do sonho.
