Por algum motivo, quem hoje manda nas rádios prefere as play-lists. Não é só porque assim é possível responder aos gostos do público (e quem é que lhe mostra a mercadoria para escolher ?). Há sempre mais uma razão que se vai acrescentado às (in)justificações dadas.
Utilizem só play-lists (se possível elaboradas e executadas por máquinas) e a tranquilidade será absoluta. Mas cuidado, pois até as máquinas se avariam.

