Hoje, nada mais lhe posso contar do que a emoção que senti quando revisitando os ficheiros (no blog) que datam de 2002 e 2003, reencontrei alguns dos textos que acompanhavam as emissões.Tenho muitas saudades da poesia da IF. Lembrei-me das músicas que acompanhavam a sua voz, das madrugadas, só ou acompanhado, a ouvi-lo. As lágrimas vieram-me aos olhos.
Um mail recentemente recebido de um ouvinte da IF, que quero destacar, entre os vários que ainda continuo a receber.
A IF no exílio, mas não está calada. As lágrimas não chegam só aos seus olhos, acredite.
